Em setembro no Netflix: Luke Cage e Narcos

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narcosAssinantes do Netflix têm bons motivos para contar os dias até setembro. Na semana que vem, dia 2, o serviço de streaming vai liberar a segunda temporada completa da série Narcos, produzida pelo diretor brasileiro José Padilha (Tropa de Elite) e estrelada pelo também brasileiro Wagner Moura, retornando ao papel do traficante colombiano Pablo Escobar. Confira no trailer o que o aguarda.

Semanas depois, no fim do mês, dia 30, a Netflix lança outra de suas produções em série: Luke Cage, da Marvel. O herói negro de pele de aço fez uma participação na série Jessica Jones, mas agora, a julgar pelo trailer, vem em uma trama própria, encharcada de referência aos filmes de Blaxploitation – inclusive com uma trilha caprichada de black music.

As duas séries estream na sexta-feira, um verdadeiro convite a passar os respectivos fins de semana assistindo às temporadas completas, do começo ao fim.

Os 15 apps mais usados nos EUA em julho

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pokemon-go-ranks_referenceRelatório da empresa comScore, especializada em estatísticas sobre uso de dispositivos eletrônicos nos EUA, mostra que o Facebook continua reinando absoluto entre os apps mais usados pelos americanos. A mais recente medição da comScore, fechada em julho, mostra o app da rede social em primeiro lugar, seguido de perto pelo Facebook Messenger.

Na sequência, o Google emplaca 5 apps (YouTube, Google Maps, Google Search, Google Play e Gmail?), da terceira à sétima posição do ranking.

A grande novidade é o game Pokémon Go, o 13° app da lista. Logo no seu mês de lançamento, o jogo conseguiu ser mais utilizado do que o Snapchat. Será que os monstrinhos japoneses têm fôlego para ir mais longe?

Novo projeto do Youtube pretende revolucionar publicações de usuários

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Uma matéria do VentureBeat sugere que o Youtube planeja criar funções que permitem que os usuários possam compartilhar vídeos, imagens, textos e enquetes, ficando cada vez mais parecido como uma rede social tradicional.

O projeto foi batizado de Backstage e tem como objetivo criar um mural onde as pessoas que possuem uma conta possam postar fotos, textos e claro, os vídeos. Os posts também poderiam ser sincronizados com o Facebook.

Outra função pretendida também são os famosos vídeos instantâneos, semelhantes ao Snapchat, que seriam apagados em algum período de tempo. De acordo com o The Next Web, esse projeto seria uma maneira de atrair usuários das outras redes sociais, já que o Facebook, por exemplo, tem investido bastante em conteúdo por vídeo.

Foto: Reprodução/Youtube

Estudo aponta que 43% dos brasileiros não possuem smartphones. Confira

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Pesquisa realizada pelatualizacao-twittera Kantar Worldpanel mostrou que 43% da população brasileira ainda não possuem smartphones. 57% dos brasileiros pesquisados possuem, pelo menos, 1 aparelho celular em casa. O estudo foi feito com 27 mil pessoas.

O relatório apontou também que o alto preço dos dispositivos é o real motivo pelo qual essas pessoas ainda não possuem esses aparelhos. Uma parcela desses entrevistados informaram também que não se interessam pelos recursos que esses dispositivos oferecem, evitando assim, a compra.

Foto: Reprodução/FreeImages

 

WhatsApp muda termos e vai passar informações dos usuários ao Facebook – saiba como impedir

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O app de comunicação para smartphones mais popular do mundo, o WhatsApp, anunciou ontem uma atualização nos seus termos e condições de uso que prevê a troca de informações dos seus  usuários com o Facebook – companhia proprietária do app. A justificativa é a tradicional intenção de, nas palavras da empresa, “aprimorar os anúncios e suas experiências com produtos do Facebook”.

Entre os dados que o WhatsApp pretende trocar com o Facebook estão o número de telefone do usuário e os últimos dados visualizados. Ainda não foi divulgada uma lista completa das informações que serão fornecidas, mas tudo indica que além dos dados já citados, também serão compartilhados a lista de contatos, o código do país do smartphone, código da operadora de serviços, sistema operacional, resolução de tela e ID do dispositivo – entre outros. Também não está exatamente detalhado o que o Facebook fará com as informações coletadas – a preocupação da maioria dos usuários é ter informações privadas divulgadas na rede social ou nas suas empresas – Instagram, Oculus, MSQRD…

Não é possível continuar usando o WhatsApp sem aceitar o novo contrato, mas quem não quiser compartilhar parte dos dados, e ainda não aceitou os termos, pode fazer a opção seguindo este tutorial – que é, basicamente, acessar o texto dos termos e condições na  íntegra e desmarcar a caixa que aparece no final. Quem já aceitou os termos tem 30 dias para mudar a opção de compartilhamento de dados – neste caso é preciso usar o segundo método do tutorial, acessando as configurações do app.

Cientistas descobrem nova galáxia que tem 99,99% de matéria escura

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Telescópios poderosos revelaram que a galáxia mais próxima tem 99,99% de matéria escura. Esse número é um novo recorde e poderia nos ajudar a entender profundamente as propriedades que compõe essa matéria.

Chamada Dragonfly 44, a galáxia está há 300 milhões de anos luz de distância e tem a mesma massa que a nossa Via Láctea, mas com 100 vezes menos estrelas. Essa ausência significa que a galáxia é fraca o suficiente para ter sido escondida por décadas. Astrônomos do Observatório WM Keck do Havaí conseguiram localizá-la como parte de um grupo de galáxias em uma região chamada de Cluster Coma.

Em um estudo publicado na revista Astrophysical Journal Letters, os pesquisadores usaram grandes telescópios para registar a velocidade das estrelas em Dragonfly 44 para seis noites. A velocidade de gravação das estrelas – cerca de 30 milhas por segundo – sugere que há muito mais massa na galáxia do que as próprias estrelas, de acordo com o principal autor Pieter van Dokkum.

Fonte: The Verge
Foto: Reprodução/Pieter van Dokkum, Roberto Abraham, Gemini, Sloan Digital Sky Survey

HTC Vive é o headset de realidade virtual preferido pelos desenvolvedores

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htc_viveA Virtual Reality Developers Conference, que acontece em novembro, em San Francisco, divulgou relatório baseado em pesquisa com 500 profissionais da área de realidade virtual/ aumentada, que trouxe algumas surpresas. A principal delas é a preferência dos desenvolvedores de software de RV/RA pelo headset HTC Vive. 49% dos entrevistados declarou que está trabalhando em projetos para o headset da HTC. O Oculus Rift, financiado pelo Facebook, vem logo a seguir, com 43%. A diferença não é tão grande nos projetos em andamento, mas quando o assunto passa a ser os projetos que estão previstos para o futuro, o Vive crava 35% contra 23% do Oculus Rift.

Os motivos da preferência pelo Vive não foram investigados, mas tudo indica que a quantidade de recursos, maior no equipamento da HTC, que suporta experiências em espaços maiores que o Oculus Rift, abre mais possibilidades aos produtores de aplicações de realidade virtual.

 

25 anos de Linux

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Em 25 de agosto de 1991, o jovem Linus Torvalds, programador hacker da Finlândia, escreveu no message board comp.os.minix (um grupo que resiste até hoje):

“Estou fazendo um sistema operacional (gratuito/livre) – só como hobby, não vai ser nada grande e profissional como o GNU – para clones AT de 386(486). Ele está fermentando desde abril e está começando a ficar pronto. Eu gostaria de qualquer tipo de feedback sobre as coisas que os usuários do minix gostarem/não gostarem, já que meu SO lembra um pouco ele (mesmo layout físico do sistema de arquivos (devido a razões práticas) entre outros motivos)”. A mensagem completa pode ser lida aqui.

Nascia naquele momento, o sistema operacional mais livre e revolucionário de todos os tempos: o Linux. Seu modelo de desenvolvimento colaborativo e aberto, que desde o princípio contou com a participação de milhões de programadores do mundo todo, e seu sistema de distribuição, totalmente gratuito, são marco de um tempo em que a revolução digital e a internet espalhavam ideias e um clima libertário únicos.

O Linux resiste bravamente hoje, instalado em 2,33% dos desktops e na maioria dos servidores de internet dos sites que você costuma visitar – e seu código (ou no mínimo partes dele) estão espalhados em praticamente todo SO que existe, do iOS ao Android.

Para marcar os 25 anos da singela mensagem que marca a criação do sistema, recomendamos assistir ao documentário Revolution OS, de 2001. Uma viagem, na máquina do tempo que ajuda muito a entender nossos dias.

Nutonomy faz o Uber comer poeira na corrida dos carros autônomos

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nutonomyDireto de Cingapura, apresentamos o vencedor na categoria “serviço de transporte em carros autônomos”. Palmas para a Nutonomy, que começou hoje a testar seus carros que não precisam de motorista, na capital do país do sudeste asiático. A empresa vai usar carros elétricos, Renault Zoe ou Mitsubishi i-MiEV, adaptados para movimentar-se pelas ruas da cidade sem necessidade de motoristas, e vai realizar corridas contratadas por usuários selecionados.

A experiência acontece uma semana depois de a Uber anunciar que até o fim do mês realizará testes com veículos autônomos em Pittsburgh, EUA – ou seja: na semana que vem. Assim como no caso da Uber, a Nutonomy vai colocar um piloto – no caso um engenheiro da empresa – dentro do carro para monitorar o funcionamento do carro e do sistema de navegação, além de interferir no caso de qualquer imprevisto.

O teste faz parte do plano da companhia para começar a operação comercial daqui a dois anos.

Roedores podem ajudar na capacidade de sensibilidade em robôs

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Cientistas confirmaram que alguns roedores utilizam seus bigodes para detectar a posição do vento, uma técnica que poderia ser usada futuramente para melhorar a capacidade de sensibilidade em robôs. Uma equipe de estudantes que trabalham na Escola McCormick de Engenharia de Northwestern descobriram que ratos “usam seus bigodes para ajudar a localizar fontes de fluxo de ar”.

A equipe está trabalhando em “sensores de fluxo” artificiais que podem ser adicionados aos robôs, criando sistemas dobráveis ​​que vibram no vento. Receptores na base poderiam então ser lidos e traduzidos em dados de localização. Isto significa que os robôs futuros podem usar esses sensores para ler as suas posições, sentir a sua velocidade ou até mesmo mover em direção a áreas de alta ou baixa pressão. “Estimando a estrutura do fluxo de ar é particularmente importante quando localizar uma fonte de odor”, disse o professor Mitra Hartmann. “E localização por cheiro é importante para encontrar explosivos, vazamentos de produtos químicos e agentes biológicos”, completou.

Fonte: The Verge
Foto: Reprodução FreeImages/Bruno De Lorenzo