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  <body>_&quot;Sete pecados do Windows 7&quot; visa expor &quot;verdades&quot; sobre o sistema e a empresa que o criou_

*Por Antonio Blanc*

Com a proximidade do lan&#231;amento do Windows 7, a Free Software Foundation colocou no ar a campanha &quot;Windows 7 Sins&quot;:http://windows7sins.org/ (um trocadilho entre a vers&#227;o do programa e os sete pecados capitais, que pode ser traduzido como &quot;Os sete pecados do Windows 7&quot;). Apesar do nome a iniciativa n&#227;o critica o sistema operacional em si, e na verdade &#233; um ataque &#224;s pr&#225;ticas de sua criadora, a Microsoft.

A empresa &#233; acusada de prejudicar iniciativas educacionais em nome dos lucros, adotar e promover o uso de DRM, prejudicar a seguran&#231;a de milhares de computadores ao redor do mundo atrav&#233;s de falhas em seu software, pr&#225;ticas de mercado monopolistas, neglig&#234;ncia na ado&#231;&#227;o e dissemina&#231;&#227;o de padr&#245;es, &quot;lock in&quot; (projetar produtos e servi&#231;os de forma que os usu&#225;rios fiquem presos a eles) e invas&#227;o de privacidade.

A id&#233;ia n&#227;o &#233; nova, a FSF j&#225; tentou algo parecido alguns anos atr&#225;s no lan&#231;amento do Windows Vista com o site BadVista. Al&#233;m do novo site, a organiza&#231;&#227;o enviou uma &quot;carta&quot;:http://windows7sins.org/letter/ &#224; 499 das 500 maiores empresas do mundo (a exce&#231;&#227;o foi a propria Microsoft), na qual tenta pregar seu ponto de vista junto aos formadores de opini&#227;o.

Rafael Rigues, editor do canal de tecnologia do iG e ex-editor de revistas de software livre, n&#227;o se sentiu especialmente tocado: &quot;Infelizmente, a campanha comete o mesmo erro cl&#225;ssico da FSF de vender apenas ideologia e liberdade. Em todo o site, apenas um par&#225;grafo &#233; destinado ao Software Livre, e ainda assim usando a velha m&#225;xima de 'voc&#234; pode modificar o c&#243;digo!', que usualmente n&#227;o faz sentido para o usu&#225;rio comum, nem para as empresas como as que s&#227;o alvo da campanha. Do contr&#225;rio, a campanha deveria informar o que v&#227;o ganhar com Software Livre, em termos pr&#225;ticos&quot;.

Segundo Rigues, seria mais adequado, por exemplo, contrapor cada &quot;pecado&quot; do Windows 7 com uma virtude. &quot;Um argumento mais eficaz seria, por exemplo, 'O Windows &#233; inseguro, e o Software Livre &#233; X % mais seguro que o Windows, de acordo com estudos da consultoria Y. Isso pode gerar uma economia em custos de TI de Z mil d&#243;lares ao longo de um ano em uma empresa com 20 funcion&#225;rios', ou algo parecido&quot;.

No site oficial da campanha (&quot;windows7sins.org&quot;:http://windows7sins.org/) os interessados encontram a lista de pecados, a carta envida &#224;s empresas, p&#244;steres e banners para adicionar a seus sites. A FSF tamb&#233;m coleta doa&#231;&#245;es em prol da causa: cada doa&#231;&#227;o de US$ 25 resulta em 50 novas cartas enviadas a empresas norte-americanas, e US$ 100 resultam em 200 cartas.

_www.geek.com.br_</body>
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  <title>Free Software Foundation lan&#231;a campanha contra o Windows 7</title>
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