Os 15 apps mais usados nos EUA em julho

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pokemon-go-ranks_referenceRelatório da empresa comScore, especializada em estatísticas sobre uso de dispositivos eletrônicos nos EUA, mostra que o Facebook continua reinando absoluto entre os apps mais usados pelos americanos. A mais recente medição da comScore, fechada em julho, mostra o app da rede social em primeiro lugar, seguido de perto pelo Facebook Messenger.

Na sequência, o Google emplaca 5 apps (YouTube, Google Maps, Google Search, Google Play e Gmail?), da terceira à sétima posição do ranking.

A grande novidade é o game Pokémon Go, o 13° app da lista. Logo no seu mês de lançamento, o jogo conseguiu ser mais utilizado do que o Snapchat. Será que os monstrinhos japoneses têm fôlego para ir mais longe?

Novo projeto do Youtube pretende revolucionar publicações de usuários

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Uma matéria do VentureBeat sugere que o Youtube planeja criar funções que permitem que os usuários possam compartilhar vídeos, imagens, textos e enquetes, ficando cada vez mais parecido como uma rede social tradicional.

O projeto foi batizado de Backstage e tem como objetivo criar um mural onde as pessoas que possuem uma conta possam postar fotos, textos e claro, os vídeos. Os posts também poderiam ser sincronizados com o Facebook.

Outra função pretendida também são os famosos vídeos instantâneos, semelhantes ao Snapchat, que seriam apagados em algum período de tempo. De acordo com o The Next Web, esse projeto seria uma maneira de atrair usuários das outras redes sociais, já que o Facebook, por exemplo, tem investido bastante em conteúdo por vídeo.

Foto: Reprodução/Youtube

Estudo aponta que 43% dos brasileiros não possuem smartphones. Confira

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Pesquisa realizada pelatualizacao-twittera Kantar Worldpanel mostrou que 43% da população brasileira ainda não possuem smartphones. 57% dos brasileiros pesquisados possuem, pelo menos, 1 aparelho celular em casa. O estudo foi feito com 27 mil pessoas.

O relatório apontou também que o alto preço dos dispositivos é o real motivo pelo qual essas pessoas ainda não possuem esses aparelhos. Uma parcela desses entrevistados informaram também que não se interessam pelos recursos que esses dispositivos oferecem, evitando assim, a compra.

Foto: Reprodução/FreeImages

 

WhatsApp muda termos e vai passar informações dos usuários ao Facebook – saiba como impedir

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O app de comunicação para smartphones mais popular do mundo, o WhatsApp, anunciou ontem uma atualização nos seus termos e condições de uso que prevê a troca de informações dos seus  usuários com o Facebook – companhia proprietária do app. A justificativa é a tradicional intenção de, nas palavras da empresa, “aprimorar os anúncios e suas experiências com produtos do Facebook”.

Entre os dados que o WhatsApp pretende trocar com o Facebook estão o número de telefone do usuário e os últimos dados visualizados. Ainda não foi divulgada uma lista completa das informações que serão fornecidas, mas tudo indica que além dos dados já citados, também serão compartilhados a lista de contatos, o código do país do smartphone, código da operadora de serviços, sistema operacional, resolução de tela e ID do dispositivo – entre outros. Também não está exatamente detalhado o que o Facebook fará com as informações coletadas – a preocupação da maioria dos usuários é ter informações privadas divulgadas na rede social ou nas suas empresas – Instagram, Oculus, MSQRD…

Não é possível continuar usando o WhatsApp sem aceitar o novo contrato, mas quem não quiser compartilhar parte dos dados, e ainda não aceitou os termos, pode fazer a opção seguindo este tutorial – que é, basicamente, acessar o texto dos termos e condições na  íntegra e desmarcar a caixa que aparece no final. Quem já aceitou os termos tem 30 dias para mudar a opção de compartilhamento de dados – neste caso é preciso usar o segundo método do tutorial, acessando as configurações do app.

Cientistas descobrem nova galáxia que tem 99,99% de matéria escura

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Telescópios poderosos revelaram que a galáxia mais próxima tem 99,99% de matéria escura. Esse número é um novo recorde e poderia nos ajudar a entender profundamente as propriedades que compõe essa matéria.

Chamada Dragonfly 44, a galáxia está há 300 milhões de anos luz de distância e tem a mesma massa que a nossa Via Láctea, mas com 100 vezes menos estrelas. Essa ausência significa que a galáxia é fraca o suficiente para ter sido escondida por décadas. Astrônomos do Observatório WM Keck do Havaí conseguiram localizá-la como parte de um grupo de galáxias em uma região chamada de Cluster Coma.

Em um estudo publicado na revista Astrophysical Journal Letters, os pesquisadores usaram grandes telescópios para registar a velocidade das estrelas em Dragonfly 44 para seis noites. A velocidade de gravação das estrelas – cerca de 30 milhas por segundo – sugere que há muito mais massa na galáxia do que as próprias estrelas, de acordo com o principal autor Pieter van Dokkum.

Fonte: The Verge
Foto: Reprodução/Pieter van Dokkum, Roberto Abraham, Gemini, Sloan Digital Sky Survey

HTC Vive é o headset de realidade virtual preferido pelos desenvolvedores

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htc_viveA Virtual Reality Developers Conference, que acontece em novembro, em San Francisco, divulgou relatório baseado em pesquisa com 500 profissionais da área de realidade virtual/ aumentada, que trouxe algumas surpresas. A principal delas é a preferência dos desenvolvedores de software de RV/RA pelo headset HTC Vive. 49% dos entrevistados declarou que está trabalhando em projetos para o headset da HTC. O Oculus Rift, financiado pelo Facebook, vem logo a seguir, com 43%. A diferença não é tão grande nos projetos em andamento, mas quando o assunto passa a ser os projetos que estão previstos para o futuro, o Vive crava 35% contra 23% do Oculus Rift.

Os motivos da preferência pelo Vive não foram investigados, mas tudo indica que a quantidade de recursos, maior no equipamento da HTC, que suporta experiências em espaços maiores que o Oculus Rift, abre mais possibilidades aos produtores de aplicações de realidade virtual.

 

25 anos de Linux

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Em 25 de agosto de 1991, o jovem Linus Torvalds, programador hacker da Finlândia, escreveu no message board comp.os.minix (um grupo que resiste até hoje):

“Estou fazendo um sistema operacional (gratuito/livre) – só como hobby, não vai ser nada grande e profissional como o GNU – para clones AT de 386(486). Ele está fermentando desde abril e está começando a ficar pronto. Eu gostaria de qualquer tipo de feedback sobre as coisas que os usuários do minix gostarem/não gostarem, já que meu SO lembra um pouco ele (mesmo layout físico do sistema de arquivos (devido a razões práticas) entre outros motivos)”. A mensagem completa pode ser lida aqui.

Nascia naquele momento, o sistema operacional mais livre e revolucionário de todos os tempos: o Linux. Seu modelo de desenvolvimento colaborativo e aberto, que desde o princípio contou com a participação de milhões de programadores do mundo todo, e seu sistema de distribuição, totalmente gratuito, são marco de um tempo em que a revolução digital e a internet espalhavam ideias e um clima libertário únicos.

O Linux resiste bravamente hoje, instalado em 2,33% dos desktops e na maioria dos servidores de internet dos sites que você costuma visitar – e seu código (ou no mínimo partes dele) estão espalhados em praticamente todo SO que existe, do iOS ao Android.

Para marcar os 25 anos da singela mensagem que marca a criação do sistema, recomendamos assistir ao documentário Revolution OS, de 2001. Uma viagem, na máquina do tempo que ajuda muito a entender nossos dias.

Nutonomy faz o Uber comer poeira na corrida dos carros autônomos

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nutonomyDireto de Cingapura, apresentamos o vencedor na categoria “serviço de transporte em carros autônomos”. Palmas para a Nutonomy, que começou hoje a testar seus carros que não precisam de motorista, na capital do país do sudeste asiático. A empresa vai usar carros elétricos, Renault Zoe ou Mitsubishi i-MiEV, adaptados para movimentar-se pelas ruas da cidade sem necessidade de motoristas, e vai realizar corridas contratadas por usuários selecionados.

A experiência acontece uma semana depois de a Uber anunciar que até o fim do mês realizará testes com veículos autônomos em Pittsburgh, EUA – ou seja: na semana que vem. Assim como no caso da Uber, a Nutonomy vai colocar um piloto – no caso um engenheiro da empresa – dentro do carro para monitorar o funcionamento do carro e do sistema de navegação, além de interferir no caso de qualquer imprevisto.

O teste faz parte do plano da companhia para começar a operação comercial daqui a dois anos.

Roedores podem ajudar na capacidade de sensibilidade em robôs

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Cientistas confirmaram que alguns roedores utilizam seus bigodes para detectar a posição do vento, uma técnica que poderia ser usada futuramente para melhorar a capacidade de sensibilidade em robôs. Uma equipe de estudantes que trabalham na Escola McCormick de Engenharia de Northwestern descobriram que ratos “usam seus bigodes para ajudar a localizar fontes de fluxo de ar”.

A equipe está trabalhando em “sensores de fluxo” artificiais que podem ser adicionados aos robôs, criando sistemas dobráveis ​​que vibram no vento. Receptores na base poderiam então ser lidos e traduzidos em dados de localização. Isto significa que os robôs futuros podem usar esses sensores para ler as suas posições, sentir a sua velocidade ou até mesmo mover em direção a áreas de alta ou baixa pressão. “Estimando a estrutura do fluxo de ar é particularmente importante quando localizar uma fonte de odor”, disse o professor Mitra Hartmann. “E localização por cheiro é importante para encontrar explosivos, vazamentos de produtos químicos e agentes biológicos”, completou.

Fonte: The Verge
Foto: Reprodução FreeImages/Bruno De Lorenzo

Astrônomos descobrem novo planeta que pode abrigar água

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Cientistas descobriram novo planeta que está próximo a Centauri, a estrela que fica mais perto do nosso Sistema Solar. Chamado de Proxima b, o planeta tem pelo menos 1,3 vezes o tamanho da Terra e é rochoso, segundo uma pesquisa publicada na revista Nature.

A órbita incomum perto da Proxima b é realmente um local ideal para o planeta, já que está bem pertinho da Centauri que é uma estrela anã vermelha fresca, muito menor e mais fraca do que o nosso Sol. E isso é importante, uma vez que a água líquida é um ingrediente chave para a vida aqui na Terra; se Proxima b tem água líquida, é possível que o planeta poderia suportar a vida também. “É realmente emocionante, porque a proximidade, não pode ficar melhor”, diz Michael Endl, uma investigadora na Universidade do Texas em Austin, que trabalhou no estudo.

Astrônomos do Observatório Europeu do Sul descobriram este planeta depois de observar continuamente a Centauri durante o primeiro semestre de 2016. O estudo foi feito por Guillem Anglada-Escudé, astrônomo da Queen Mary, University of London, que encontrou indícios em dados de um possível planeta orbitando Centauri. Infelizmente esses dados não eram conclusivos. Para saber com certeza, Anglada-Escudé e sua equipe observaram Centauri todas as noites desde janeiro até o final de março, usando o telescópio de 3,6 metros do ESO em La Silla, Chile. Sua principal ferramenta era o espectrógrafo HARPS – um instrumento que pode pegar pequenas variações na luz de uma estrela, que indicam se a estrela está se movendo mais perto da Terra. E as flutuações de luz da estrela apontaram para a existência de um planeta próximo, uma descoberta que foi confirmada por observações adicionais à partir de telescópios ao redor do mundo. “Quando você tem o mesmo sinal exato de diferentes instrumentos, que exclui que este é um erro fundamental”, diz Paul Butler, astrônomo do Instituto Carnegie para a Ciência, que trabalhou na campanha pálido Red Dot. “Estamos confiantes de que essa era real.”

Embora há grandes expectativas desse novo planeta, o seu clima é provavelmente muito diferente do nosso. Ainda assim, os astrônomos não descartam a possibilidade de água na superfície do planeta. É possível que a água líquida esteja presente em regiões que estão voltadas para o sol ou ao longo de uma espécie de cinturão tropical.

Fonte: The Verge
Foto: Reprodução