Chrome vai marcar sites que não usam HTTPS

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A partir de janeiro de 2017, os sites que transmitirem dados sensíveis, como senhas e números de cartão de crédito, sem usar o protocolo HTTPS, vão receber uma marca bastante explícita do navegador Chrome, do Google.

O novo recurso foi anunciado em um post no blog de desenvolvimento do browser, onde há mais detalhes sobre sua adoção. Em resumo, o objetivo é tornar a navegação mais segura, obrigando os desenvolvedores de websites a parar de usar o protocolo HTTP e passar a usar exclusivamente o HTTPS, que oferece uma camada a mais de proteção a partir da encriptação dos dados.

Na versão atual do Chrome, os avisos visuais para os usuários a respeito da segurança dos sites é bem discreto: são os ícones de cadeados à esquerda da barra de endereços do browser. Já os avisos que entrarão em funcionamento no começo do ano que vem, aparecerão claramente indicando que o site não é seguro. Veja abaixo.

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A equipe do Chrome ainda revelou que a intenção é continuar implementando mudanças no navegador para forçar a migração total de todos os sites para o protocolo HTTPS. O plano é que no futuro próximo, todas as páginas que não usem o protocolo recebam na barra de endereços uma marca  como esta abaixo:

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Google vai acabar com os apps do Chrome

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google_chrome_appsUm post oficial do Google, divulgado em um de seus blogs na sexta, informa que a empresa vai gradualmente acabar com o recurso de apps do seu navegador Chrome. Os apps do Chrome, que vão desde opções de VPNs, até games como Cut The Rope, usam o sistema do navegador para rodar como se fossem utilitários normais – a experiência de uso é de um software normal, ainda que os apps usem os recursos do Chrome para funcionar. Segundo o Google, a decisão de eliminar o recurso foi motivada pela pequena taxa de uso  – a maioria dos usuários do navegador não aproveita a funcionalidade. O processo de extinção dos apps para Mac, Windows e Linux vai ser gradual, começando no final de 2016, quando os novos apps só vão funcionar em máquinas rodando o Chrome OS, sistema operacional do Google para computadores. A Web Store do Chrome vai deixar de vender os apps no segundo semestre de 2017 e no começo de 2018 o serviço vai ser totalmente encerrado. As extensões, que são como os apps, mas rodam dentro do browser, vão continuar a funcionar normalmente.

Google Chrome vai ficar mais rápido

O navegador da Google, o Chrome, irá passar por uma reformulação na forma de carregar as páginas. Atualmente ela utiliza o algoritmo Zopfli para comprimir as informações na hora de fazer o carregamento da página. Mas, agora eles criaram um novo compressor, chamado de Brotli. Com ele o carregamento tende a ficar até 25% mais rápido.

De acordo com a equipe da Google que participa da criação desse compressor, o Brotli utiliza um formato de dados completamente novo e no processo comprimi todo o HTML, CSS e JavaScript da página, com isso até os usuários do app para smartphone serão beneficiados, já que as páginas irão carregar mais rápido e utilizar menos o pacote de dados.

Atualmente ele está em fase final de criação e a intenção da empresa é não demorar para liberar o código no navegador. Entretanto eles não estabeleceram datas nem em qual versão o compressor já estará funcionando.