Roedores podem ajudar na capacidade de sensibilidade em robôs

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Cientistas confirmaram que alguns roedores utilizam seus bigodes para detectar a posição do vento, uma técnica que poderia ser usada futuramente para melhorar a capacidade de sensibilidade em robôs. Uma equipe de estudantes que trabalham na Escola McCormick de Engenharia de Northwestern descobriram que ratos “usam seus bigodes para ajudar a localizar fontes de fluxo de ar”.

A equipe está trabalhando em “sensores de fluxo” artificiais que podem ser adicionados aos robôs, criando sistemas dobráveis ​​que vibram no vento. Receptores na base poderiam então ser lidos e traduzidos em dados de localização. Isto significa que os robôs futuros podem usar esses sensores para ler as suas posições, sentir a sua velocidade ou até mesmo mover em direção a áreas de alta ou baixa pressão. “Estimando a estrutura do fluxo de ar é particularmente importante quando localizar uma fonte de odor”, disse o professor Mitra Hartmann. “E localização por cheiro é importante para encontrar explosivos, vazamentos de produtos químicos e agentes biológicos”, completou.

Fonte: The Verge
Foto: Reprodução FreeImages/Bruno De Lorenzo

Cientistas dizem ter criado sistema que faz ‘upload’ de conteúdo no cérebro humano

matrix

A vida imita a arte. Em Matrix, Neo – interpretado pro Keanu Reeves – aprendeu a lutar Kung Fu em segundos graças ao ’upload’ dessas habilidades feito diretamente em seu cérebro. Agora cientistas da HRL Laboratories LLC, laboratório científico da Califórnia, anunciaram a criação de um sistema que pode ensinar novas habilidades a uma pessoa utilizando para isso uma interface cerebral.

De acordo com um estudo publicado na revista Frontiers of Human Neuroscience, a HRL Laboratories monitorou as ondas cerebrais de pilotos de aviões comerciais e militares. Com base nos resultados eles conseguiram identificar os sinais correspondentes as habilidades desses pilotos e, a partir disso, criaram estímulos elétricos que foram aplicados a pilotos novatos. Esses pilotos foram então colocados em um simulador de vôo, e apesar da falta de treinamento, a HRL afirma que os amadores pilotaram como veteranos .

Os pilotos que receberam os estímulos através de eletrodos tiveram uma performance de aprendizagem 33% maior do que os que não receberam os estímulos.

Dr Matthew Phillips, cientista chefe da HRL, afirmou que “á medida que descobrirmos mais sobre a otimização, personalização e adaptacão de protocolos de estimulação cerebral , vamos provavelmente ver essas tecnologias tornam-se rotina em ambientes de treinamento e sala de aula”.

“É possível que a estimulação cerebral seja implementada em aulas de formação de condutores, cursos pré vestibulares e aprendizagem de idiomas”, complementou Dr Phillips.

Fonte: The Telegraph

Spotify poderá ter outros recursos no futuro

fonte: The N World

Um dos streamers de músicas mais famoso do mundo, o Spotify pode estar tentando alcançar novos mercados. Em um comunicado oficial a imprensa, eles anunciaram a compra de duas empresas.

A primeira foi a Soundwave, um aplicativo voltado para música, mas com aspectos de rede social. Nele você pode compartilhar suas músicas favoritas, trocar mensagens e criar playlists de acordo com o que escuta em outras plataformas, como por exemplo o próprio Spotify.

Já a segunda empresa foi a Cord Project, criadas por ex-funcionários do Google, que têm o foco em mensageiros de voz. O programa mais conhecido é o Cord, um mensageiro simples, mas com diversas pequenas funções, como conhecer pessoas devido aos interesses em comum.

Entretanto, vale lembrar que o Spotify ainda não oficializou nenhum plano envolvendo as duas empresas, mas fez questão de deixar claro que elas vão ajudar muito na criação de uma grande experiência musical futura.