Novo experimento da NASA pretende entender incêndio no espaço

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Não há nada mais perigoso do que uma chama acessa dentro de uma nave espacial. Os astronautas dificilmente conseguiriam conter o incêndio dentro de um pequeno espaço, com combustível volátil e a falta de instalações médicas. Por isso, para entender com detalhes como seria o incêndio e inclusive os riscos, a NASA está com um projeto para lançar até o final desse mês ao espaço. O experimento da nave espacial do fogo, a Satfire, se encontrará com a Estação Espacial Internacional para descarregar suprimentos. Em seguida, o módulo Satfire será ativado durante a viagem de volta para a Terra. Com materiais e condições ambientais semelhantes aos encontrados em nave espacial, haverá uma queima controlada que enviará dados e imagens de volta ao solo para análise.

Este primeiro módulo Satfire será preenchido com grandes amostras de 16 x 37 polegadas de material que não pode ser queimado de forma segura para testes na Estação Espacial Internacional. O próximo experimento Satfire -II avaliará a inflamabilidade de oxigênio com amostras menores. Satfire -III voltará a queimar componentes maiores. O objetivo desses experimentos é melhorar a operação de naves espaciais para evitar incêndios desastrosos no espaço.

Fonte: Geek.com | Foto: FreeImages/ A Syed

Motor movido a laser da Nasa poderia nos levar a Marte em 72 horas

Nasa 360

Em um vídeo divulgado pela NASA, o cientista Philip Lubin propôs um sistema que usa ‘propulsão fotônica’ capaz nos levar a Marte em apenas três dias.

Apesar de Lubin e sua equipe ainda não terem experimentado o seu sistema, seus cálculos mostram que que seria possível levar uma espaçonave de 100 kg a Marte em três dias. Uma nave maior, com capacidade para levar seres humanos, levaria cerca de um mês para chegar lá.

Propulsão fotônica é um sistema teórico que se baseia em utilizar partículas de luz para impulsionar objetos através do espaço. Apesar das partículas de luz não terem massa, eles têm energia e momento – e é esta energia que, quando refletida por um objeto, é transformada em um empurrão.

“Há avanços recentes que trazem essas hipóteses da ficção científica para a realidade da ciência”, explica Lubin. “Não há razão conhecida para não fazermos isso”.

Veja mais no vídeo da Nasa 360.

Astronauta joga pingue-pongue com bola de água

Scott Kelly é um astronauta norte-americano a bordo da Estação Espacial Internacional. Durante alguns vídeos da NASA, o astronauta marca presença. Em mais de 300 dias de missão, ele decidiu comemorar sua estadia com uma brincadeira envolvendo água e microgravidade.

Durante o vídeo ele joga pingue-pongue sozinho com duas raquetes hidrofóbicas, criadas a partir de uma superfície de policarbonato gravadas a laser e borrifadas com teflon, iguais aos utilizados em panelas, dessa maneira, as raquetes empurram a água ao invés de estourar a bolinha.

Outro fator que impede a bolinha de estourar é a tensão superficial da água e a microgravidade, que faz com que ela bata levemente na raquete. Confira o vídeo do astronauta: