Explosão de foguete destrói o primeiro satélite do Facebook, antes do lançamento

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SpaceX_Explosao_FacebookUm foguete da empresa SpaceX, modelo Falcon 9, explodiu em uma plataforma de lançamento no Kennedy Air Force Station, em Cabo Canaveral, Flórida, EUA, hoje pela manhã.

O foguete seria lançado no sábado, 3 de Setembro, para, entre outras missões, colocar em órbita o primeiro satélite do Facebook, peça importante da iniciativa Internet.org, parceria da empresa com Samsung, Ericsson, MediaTek, Opera Software, Nokia e Qualcomm, para levar acesso a internet para regiões pobres do planeta.

As causas do acidente ainda são desconhecidas. O custo do satélite destruído, por outro lado, já foi estimado: aproximadamente US$ 200 milhões.

 

 

Novo satélite com alta tecnologia será lançado em setembro

SONY DSC

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Walter Scott, fundador e CTO da Digital Globe, passou quase quatro anos projetando e construindo o satélite WorldView 4. Todos os componentes são alimentados por painéis solares da base padrão para reduzir os custos através de um adaptador personalizado. É bem provável que você já tinha visto esse tecnologia, já que a maioria das imagens de satélite do Google Maps e Google Earth provem da empresa americana.

WorldView 4 será lançado em um foguete Atlas 5 de Vandenberg Air Force Base em 15 de setembro de 2016. Antes do lançamento, o satélite será transportado 250 milhas para o sul para a base de sua posição atual no campus Sunnyvale da Lockheed Martin.

Apesar do seu tamanho, o satélite pesa aproximadamente o mesmo que uma caminhonete. Os propulsores vão ajudar a posicioná-lo no lugar correto. O sistema de comunicação está localizado no exterior da peça e gira independentemente do resto do satélite. A antena pode apontar em qualquer direção, o que permitirá captar imagens e ainda transmiti-las de volta para a Terra.

Fonte: Mashable
Foto: Reprodução/JOHN MANNES / JOHN MANNES

Novo satélite mostra fotos incríveis da Terra

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Google extraiu novas fotos à partir de um satélite lançado em 2013 com imagens livres de nuvens e visivelmente nítidas. “Esta nova versão de Earth usa os dados disponíveis mais recentes”, escreveu Chris Herwig, gerente de programa para o Google Earth Engine em um post de blog .

Grande parte da terra é geralmente coberta por nuvens , mas o Google Maps vasculhou fotos que reuniram mais de 700 trilhões de pixels. O resultado é uma visão com detalhes. “Nosso mosaico anterior usou imagens à partir do satélite Landsat 7, que na época era o melhor”, disse Herwig.

Os cientistas colherão vários dados, obtendo uma sensação de desmatamento e desenvolvimento urbano em diferentes partes do mundo. Muitos desses dados estão disponíveis gratuitamente à partir do programa Landsat 8, que é o mais novo satélite da frota.

Fonte: Mashable
Foto: Reprodução/Google LandSat

NASA planeja sonda robótica capaz de reabastecer satélites em 2020

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Reabastecer satélites é algo complexo e envolve alto custo. Pensando nisso, a NASA quer investir em uma sonda robótica que pode facilitar esse trabalho. Chamada de Restore-L, a empresa planeja que ela seja capaz de reabastecer satélites e entre em operação em meados de 2020. Além disso, será equipada com um braço robótico que poderia realizar reparos e até mesmo recolher detritos quando necessário. Caso o planejamento saia conforme o esperado, será possível que os novos satélites sejam adaptados à Restore-L para que os custos sejam cada vez mais baixos. Ainda não há data de confirmação do novo projeto, mas a possibilidade é que tenhamos mais notícias em breve.

Fonte: Geek.com
Foto: Pixabay

Satélite russo será usado para ajudar a eliminar lixo espacial

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Uma equipe de engenheiros russos anunciaram que a nave espacial chamada Mayak levará um protótipo de um sistema de aerofrenagem que poderia ajudar no combate ao lixo espacial.

Satélites que estão desativados tendem a permanecer em órbita. O problema é que a Estação Espacial Internacional teve de manobrar para fora do caminho para que os lixos não danificassem nenhuma parte da nave.

Mayak vai testar um sistema aerodinâmico que poderia permitir que objetos espaciais caem de volta para terra e queimem na atmosfera sem a necessidade de propulsores. Ele também vai diminuir o tempo orbital do satélite de um ano para apenas um mês.

Em entrevista ao site Techradar, a equipe também disse que quer “explorar a densidade atmosférica superior da Terra e verificar algoritmos para cálculos de magnitude aparente de objetos espaciais e satélites”.

A agência espacial russa, Roscosmos, liberou o projeto que será lançado em um foguete Soyuz. Mas para chegar lá, a equipe terá de arrecadar dinheiro para a fabricação da unidade de produção. Até agora, foi levantado cerca de US $ 33.000.  “Na rodada de financiamento anterior, levantamos dinheiro para a concepção e testes estratosféricos de Mayak. Agora, com toda a experiência acumulada, estamos com o objetivo de construir o satélite real de trabalho”, disse Alex Senchushkin, membro da equipe.

Entre as recompensas em oferta são o acesso a um aplicativo de Mayak especial e vários produtos de marca – incluindo coleiras para animais, imãs de geladeira e até mesmo um MacBook Air. Todos os dados coletados pelo projeto serão também publicados abertamente.

Fonte: TechRadar | Foto: FreeImages/Terry Eaton

Empresa norte-americana irá lançar internet via satélite no Brasil

Divulgação

A operadora de internet norte-americana Hughes chegará ao Brasil trazendo uma outra opção de internet: via satélite. Com data prevista para julho, o objetivo é levar internet a lugares que possui poucas opções ou até mesmo nenhum tipo de internet no local. De acordo com a Exame, o serviço custará 200 reais para velocidade de 10 Mbps. Dentro desse pacote o usuário poderá gastar 20GB de dia e 40GB durante a noite, caso ultrapasse o limite, ele navegara com velocidade reduzida ou poderá solicitar um novo pacote de dados, como é feito na internet móvel atualmente.

De acordo com o presidente da empresa no Brasil, o sinal não é afetado por chuvas normais, entretanto em tempestades ela pode sofrer com instabilidade, da mesma maneira que serviços a cabo e a energia elétrica. Para levar a internet até o local, a pessoa receberá uma antena para captar o sinal que vem do satélite e através de um cabo ela chegará a um roteador que distribuirá o sinal dentro da casa ou estabelecimento.

O serviço não cobrirá todo o Brasil logo quando chegar. Ele será dividido em 3 fases: na primeira 82% do território nacional será coberto, na segunda (em 2018) a rede sofrerá uma ampliação para que na terceira fase, no ano de 2020, todo o país tenha cobertura do produto.

Para mais informações acesse a matéria realizada no Exame.com

Fonte: Exame